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ou dias, só


June 26th, 2010

(no subject) @ 12:13 am

de dias a dias chega uma vontade enorme de ter algo que dizer.

 

May 16th, 2010

(no subject) @ 09:33 pm

o peso das coisas na vida é sempre engraçado. falo enquanto pessoa que sem ser egocêntrica é o centro de si própria, só porque sabe que ser o centro dos outros nem para esses outros é efectivamente bom.
sei o que é sentir algo ou alguém bem pesado no nosso peito tal como sei o que é pesar no peito de alguém. não deixa de me surpreender a disparidade de pesos: a inexistência de um equilíbrio entre o que eu dou e o outro recebe. algo se perde ou algo é ganho pelo caminho, ou vê-se no que dás o que o outro quer receber. e de repente em vez de seres um alvo do outro és uma projecção de tudo o que foi, podia ou devia ser; de repente se não sabes ser o centro de ti própria tens pouco mais a fazer que não perder-te no universo de quem quer ver tudo em ti.

 

January 7th, 2010

(no subject) @ 10:59 pm

Current Mood: busy

e 2010 começa como 2009 acabou: trabalho trabalho trabalho!

igual mas bem melhor. o descanso foi pouco, mas fez muito. e ver-te a ti, guidinha! e estar contigo e com todos, e os dias sem me pesarem nas costas. ou antes, a falta de dias! era isso que me entortava a espinha. não que agora tenha propriamente tempo para fazer o que quero. lá me vou restringindo ao que tenho de fazer... mas os dois ou três dias de vazio já me fizeram um bem inimaginável, e agora os dias que antes pareciam aterrorizadores são mais assim um desafio que quero muito enfrentar, independentemente de estar ou não preparada.


última hora dos meus 20 anos, meu deus!, como o tempo passa.
 

December 4th, 2009

trabalho @ 12:51 am

Current Mood: exhausted exhausted

trabalho, trabalho, trabalho e mais trabalho. estou à beira da exaustão e não sei muito bem quanto tempo duro assim. tudo bem que são duas semanas, mas o haver uma marca no calendario no dia em que isto acalma, não faz estas semanas mais fáceis de aguentar, ou torna mais plausível a sobrevivência a elas.
 

August 8th, 2009

(no subject) @ 09:23 am

Current Mood: disappointed disappointed

hoje é uma sensação de impotência, de fraqueza. são anos de engano e mentira - porque o que não é verdade é mentira, e isso é irrefutável - a transformarem-se numa dor horrível, numa coisa horrível que eu só quero vomitar. e a consciência que tu, quem causou tudo, permanece alegremente ignorante e convencido que vai conseguir resolver tudo com um passo tão previsível quanto idiota.
 

April 23rd, 2009

(no subject) @ 12:50 am

estranhíssimo.
deve ser falta de local para onde canalizar raiva. ou algo assim?...
um misto de nojo e fúria apertou-me as entranhas! não sei de onde veio nem para onde foi.

 

April 9th, 2009

no place like london @ 01:50 am

Current Mood: tired tired



adorei! que cidade tão bonita, que jardins, que tijolos, que tudo. foram 3 dias muito, muito cansativos - mas 3 dias em londres têm de ser assim, a levantar um pé antes de poisar o outro no chão, já que quase tudo parece feito para ser visto com todo o cuidado e atenção possível. tudo, tudo é bonito, e só tenho pena de terem sido só três!
 

April 3rd, 2009

(no subject) @ 12:57 pm

não tenho conseguido dormir bem.
nou outro dia foi uma solidão que me deu vontade de chorar até se me deformarem as feições! uma sensação terrível. que o mundo não sabe de facto quem eu sou, que as ligações que eu tenho com todas as pessoas que se sentem de facto ligadas a mim eram feitas por uma parte ínfima de mim, quando a maior parte do meu ser apodrece sozinha sem contacto com ar puro ou luz solar. é estúpido e não faz sentido mas algo me fez frágil e susceptível às armadilhas que a minha mente preparou para mim naqeula noite. a verdade é que depois adormeci, mas quando acordei, passou.

 

March 1st, 2009

springtime @ 10:51 pm


a primavera chega aos bocados. :)

 

ritmar @ 10:45 pm

Current Mood: contemplative contemplative

começou aquela alternância entre dias de 24h, de 50h e de 3h.
custa sempre entrar no ritmo; mas passado duas semaninhas descobrimos que na verdade nunca perdemos este hábito estranho de aguentar o que ainda é a nossa vida.
 

ou dias, só